Ocorrências


Peritos procuram causas da queda de ultraleve em Óbidos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Francisco Gomes   
Quarta, 01 Setembro 2010 17:32

Peritos do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves estiveram no Aeroclube da Lagoa de Óbidos, no Arelho, em Óbidos, a recolher pistas que levem a descobrir a causa do acidente verificado no passado domingo, quando um avião ultraleve se despenhou quando se encontrava a cerca de 50 metros do solo.

Vai ser feito um relatório preliminar, que estará pronto no prazo de uma a duas semanas, mas ainda vão ser feitas mais pesquisas e comparações com modelos semelhantes para verificar se houve alterações no aparelho e se tiveram alguma implicação na queda.

Têm sido manifestadas desconfianças em relação à alteração na hélice, de três para duas pás, mas existe também a versão de que o acidente verificou-se por falta de potência no arranque.

As vítimas mortais foram o piloto, António José, de 61 anos, residente em Ferrel, Peniche, mecânico de motos, e Fernando Pereira, 64 anos, proprietário da aeronave, com residência em Vieira de Leiria, Marinha Grande, e emigrante em França.

 
Peniche: GNR põe travão a corridas ilegais no IP6 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por SA   
Segunda, 23 Agosto 2010 09:21

ip6

 

A GNR de Torres Vedras deteve quatro condutores em flagrante quando faziam corridas ilegais no IP6 e na estrada nacional 247 na zona de Peniche, entre as 10h da noite e as três da madrugada de hoje.

Os quatro condutores foram detido e as respectivas viaturas apreendidas – dois no IP6 entre Óbidos e Peniche e outros dois na nacional 247. Foram ainda observados três condutores em contramão a praticar o mesmo crime mas que não foram identificados.

O portal Mais Oeste tentou saber mais pormenores do caso junto do destacamento de trânsito da GNR de Torres Vedras mas até ao momento ainda não foi possível.

Os condutores começam a ser ouvidos por esta hora no Tribunal de Peniche.

 

 

 
Peniche: PSP detém suspeito de roubo por esticão PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por SA   
Quinta, 19 Agosto 2010 09:35

roubo_esticao

Um indivíduo de 35 anos foi detido em flagrante delito pela PSP de Peniche, na passada terça-feira, por prática de roubo por esticão.

Os elementos policiais circulavam numa viatura descaracterizada, quando
visualizaram odetido a correr com uma mala de senhora debaixo do braço,
ao mesmo tempo, que era perseguido por uma senhora (lesada, com 23 anos de
idade) a gritar com grande aflição. De imediato, foi-lhe movida perseguição
apeada, tendo sido interceptado alguns metros mais à frente. Foi recuperada a
mala de senhora, a qual continha um telemóvel, uma máquina fotográfica, uns
óculos de sol e cartões bancários, perfazendo o valor total de 540 euros, tendo sido entregues à sua proprietária.

 
Suspeito de triplo homicídio:PJ pondera haver mais crimes PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Sílvia Agostinho   
Sexta, 23 Julho 2010 16:11

casa castelo

A Polícia Judiciária não descarta a possibilidade de o homem acusado de triplo homicídio da localidade de São Bartolomeu dos Galegos, concelho da Lourinhã poder ter mais vítimas, apesar de não haver pistas nesse sentido

 O caso está a chocar a comunidade da freguesia onde Francisco Leitão nunca passou despercebido devido aos seus comportamentos excêntricos, embora fosse tido por todos como alguém simpático e sempre prestável.

Em São Bartolomeu dos Galegos registámos a opinião de alguns populares. Uma das habitantes  falou assim do caso:

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Já na localidade onde Francisco Leitão habitava, Carqueja, a população volta a referir algumas das qualidades do mesmo:

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Ontem foi decretada  a medida de coacção a Francisco acusado de triplo homicídio pela morte de duas raparigas: Joana de 16 anos e Tânia de 27 anos, e de um rapaz, Ivo, de 22 anos - cujos corpos ainda não foram encontrados.

Em tribunal não confessou os crimes.

 
Triplo homicídio - Famílias das vítimas querem saber onde estão os corpos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Francisco Gomes   
Sexta, 23 Julho 2010 15:58

Francisco Leitão, de 42 anos, ficou em prisão preventiva sob suspeita de ter assassinado, por ciúmes, três jovens residentes na região Oeste. Os corpos das três vítimas, Ivo Delgado (22 anos), Tânia Ramos (27 anos) e Joana Correia (16 anos), ainda não foram encontrados.

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“Só vamos ter sossego quando os corpos aparecerem para fazermos um enterro digno”, comentava, revoltado, Albérico Vaz, padastro de Tânia, minutos após saber a medida de coacção, pelo risco de fuga e da repetição da actividade criminosa.

Após uma funcionária do Tribunal de Torres Vedras ter lido o despacho do juiz de instrução criminal, António Luciano Carvalho, a anunciar a prisão preventiva de Francisco Leitão nas instalações da Polícia Judiciária de Lisboa, o alegado homicida foi levado pelas autoridades num veículo da polícia, motivando as reacções de indignação de familiares e populares que aguardavam a decisão, que não se coibiram de gritar “assassino” e ameaçar fazer “justiça pelas próprias mãos”. Tentaram furar o cordão de segurança formado pelos elementos das equipas de intervenção rápida da PSP e correram atrás da viatura, escoltada, que arrancou a alta velocidade.

Apesar de ser a medida máxima de coacção, Cecília Delgado, mãe de Ivo, manifestou ter “dúvidas que vá resultar”, para se conseguir apurar toda a verdade. “Quero que ele diga onde está os corpos”, exigiu, desabafando que “a melhor decisão era com as minhas próprias mãos fazer justiça, porque ele é muito esperto e tem uma grande lábia”. “Estando preso pelo menos não vai encobrir pistas”, adiantou, levantando a hipótese de não ter actuado sozinho.

Mais céptica mostrou-se Glória Félix, mãe de Tânia. “Não sei se vão conseguir desvendar o mistério, porque ele é muito mentiroso”, declarou, recordando que “acreditei sempre que a minha filha estava viva. Ele foi-me sempre dizendo que ela estava bem e eu sempre acreditei que ela voltava para os braços de uma filhinha de onze anos que estava à espera”.

“Sentimos uma grande revolta e pouca tranquilidade”, sustentou Albérico Vaz, que ainda assim disse “acreditar que a polícia vá desvendar o mistério”.

Familiares da outra jovem desaparecida, Joana, recusaram comentar a decisão do tribunal.

De acordo com fonte ligada à investigação, o arguido prestou "declarações inconsistentes" perante o juiz de instrução criminal e “não confessou" os crimes de que está indiciado”.

Foi nomeado um defensor oficioso, Jacinto Conceição, de Torres Vedras. Contactado no seu escritório, nas traseiras do Tribunal, escusou-se a prestar declarações sobre o caso.

 
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